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Lançamentos




  • DIREITOS CULTURAIS EM PERSPECTIVA: A FAVOR OU CONTRA?

    A 10 de dezembro de 1948 era adotada e proclamada a resolução 217 A (III), pela Assembléia Geral das Nações Unidas. A Declaração Universal dos Direitos Humanos encontra-se traduzida em mais de 300 línguas em seu site oficial (http://www.unhchr.ch). O texto pode ser impresso e arquivado. Vivido? Este o problema maior... A questão da efetiva observância de tais direitos tem sido discutida e analisada, mas há pontos polêmicos, específicos, delicados. E os impasses tornam-se ainda maiores no tocante aos direitos culturais... O que são, afinal, os Direitos Humanos? Por acaso uma definição e uma observância mais satisfatórias destes direitos contribuiriam para melhorar a sorte de seres humanos que vivem situações de injustiças? Isto lhes garantiria uma melhor... (leia mais)


    Tânia Gabrielli-Pohlmann

  • RUGAS DE UM SORRISO

    "Ah, aqueles tempos de DCE(DIRETÓRIO CENTRAL DOS ESTUDANTES)!. Sua sede social ficava(ou ainda fica?)ali na rua Gonçalves Dias, bairro de Lourdes, na bela capital mineira As horas dançantes aconteciam quase sempre aos sábados. Era um festival de moças bonitas e casadoiras. " Os universitários ali se reuniam para uma paquera geral. Normalmente, os rapazes permaneciam em pé, muitas vezes caminhando em volta das mesas, sem ocupá-las, para não pagarem gorjetas ao garçom. Iam diretamente ao bar e compravam suas bebidas. " As moçoilas, sim, sentavam-se às mesas, às vezes com seus pais, parentes, ou acompanhadas de colegas, irmãos ou... (leia mais)


    Geraldo De Castro Pereira

  • EMOÇÂO

    Foi um dia de intensa emoção. Estava triste, sem saber o que fazer. Alguém aconselhou. “Quebra o bloqueio. Põe tudo que sente pra fora”. Depois do conselho, pensou. “Talvez escrevendo eu consiga. É isso. Ponho no papel. Assim não amolo ninguém”. Agora, sentada frente à máquina, não sabe como dar início. Como pôr pra fora o que sente? Não sabia... Passou a vida toda segurando suas emoções, só extravasadas em lágrimas, a única coisa que não sabia guardar. Uma simples vontade depois de um conselho. Conseguiria fazê-las saírem? Na verdade, não era uma simples vontade. Era uma profunda vontade. Pensou que talvez fosse mais feliz, mais liberta, se conseguisse algum dia, de alguma forma, “botar pra fora”, nem que fosse um pouquinho só, toda aquela emoção... (leia mais)


    Isis Berlinck Renault

  • O LEÃO E O BURRO

    "O velho e temido leão, "Com uma fome danada, "foi procurar o burrinho "para uma bela caçada. " "E encontrando o animal, "Que não era muito esperto, "Combinou que ele seria "De uma ramagem coberto. " "Tudo pronto, à caça foram. "E o burrinho camuflado "Tinha que urrar diferente "Do que estava acostumado. " "O burro treinou bastante, "Foi treinando mais e mais. "Com seus urros bem estranhos "Espantou os animais. " "As bestas apavoradas "Saíram em disparada. "E o leão se aproveitou "Pra fazer sua caçada. " "Tendo feito várias presas, "Exausto, foi descansar,. "Então pediu ao asninho "Que parasse de urrar. " "Aquele, já todo prosa, "Perguntou para o leão: "“E que tal a minha voz?... (leia mais)


    Geraldo De Castro Pereira

  • DEUS EX-MACHINA

    Gostaria de falar não dum recurso técnico de última hora, ou de mágica inexplicável do computador. Mas sim, de um “Deus que desce por meio de uma máquina”, amorfo, subentendido, perversamente escondido em todas as frases, sons e imagens da violência atual. Tenho me encontrado com um certo “DEUS EX-MACHINA” com freqüência, embora o tente repeli-lo, ele tem insurgido insistentemente em quase tudo que leio, assisto e vejo. É possível demonstrar sua presença atualmente em mais de 80% do que se escreve, filma ou televisiona. Fica difícil explicar à luz da lógica, esta capacidade milagrosa dos “mocinhos”, “heróis” atuais de escaparem ilesos das cenas violentas a que são submetidos. São “Imagens”, “Sons” e “Letras”, que surgem não sei donde;... (leia mais)


    Gilmacedo




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