Apelido:

Senha:


Esqueci minha senha


Horário de atendimento

De segunda a sexta-feira das 08:00 as 11:00 e das 14:00 as 17:00


Gêneros dos textos
Infantil112
Artigos294
Ensaios60
Contos471
Crônicas415
Poesias1495
Resenhas54
Entrevistas24
Pensamentos312


Mais visitados
CRÔNICA, CONTO, ROMANCE, NOVELA...14060
M I N H A M ã E2916
B E I J A - F L O R2654
Cotas: uma forma de reparo social1820
Ela:Tornando-se primeiro pronome.1619


Mais recentes
Dissertação de Mestrado Em Ciências da Educação Defendida na LusófonaO Silêncio8/12/2019
Soneto ao que perdemos21/10/2019
SONETO PÓSTUMO27/07/2019
SONETO DA MINHA TURMA11/07/2019
Criança Interior24/06/2019

Lançamentos




  • Cãimbra do escrivão, a deficiência, o deficiente e a felicidade.

    "Como portadora da cãimbra do escrivão, entendo que, a partir do momento que compreendemos, mesmo que em linhas gerais, a natureza biológica do problema e a condição em que a Ciência se encontra diante dele, podemos nos posicionar com atitudes e pensamentos para descobrir formas de sermos felizes, o que, acredito, deveria ser o objetivo principal de cada ser humano. Para sermos felizes, precisamos ser produtivos, fazendo parte da sociedade de maneira contributiva. "Li muitos trabalhos científicos até entender bem o que é esta condição e as escolhas que temos diante dela. Talvez por ser bióloga, percebi logo, um ano antes do meu diagnóstico, em meados de 2001, que não era um problema ortopédico. Fui direto a um neurologista, que me encaminhou para outro e para outro... (leia mais)


    Maristela Zamoner

  • A INDISPENSÁVEL FORMAÇÃO DO ESCRITOR

    "Por força de nossa tarefa diária como editor da Editora Protexto, nos deparamos com centenas de escritores ansiosos por terem seus textos avaliados e desejosos de publicarem suas obras. Tarefa árdua a nossa, pois termina sempre numa sucessão de negativas frustrantes. "Ao contrário do que muitos pensam, o primeiro passo para se tornar um escritor não é a publicação de um livro, mas sim, a busca de sua formação para encarar a tarefa de escrever com profissionalismo. "Durante alguns anos ministrei um Curso de Escritores através da Casa do Escritor que infelizmente foi desativada. O Curso que era feito pela Internet e o atendimento, personalizado. "Após quase dois anos de existência,... (leia mais)


    Airo Zamoner

  • A terceira intenção

    Tenho vontade de parar. Descansar. Interromper essa andança sem tréguas. Já trilhei à beça. Já corri, já tremi, já sofri, já ri também à beça. Já fiz troça, já respeitei, já ofendi, já obedeci, já liderei, já escrevi outra vez à beça. Já pensei que transformaria esse mundo dos homens, mas descobri que o mundo é das mulheres. Tenho vontade de parar, sim. Mas não posso! Não posso interromper essa caminhada. Tenho que trilhar mais um tanto, correr, tremer, sofrer, rir, respeitar, ofender, obedecer, liderar, escrever, transformar outro tanto, outro inútil tanto. Nasci nos estertores da segunda guerra do mundo, no limiar da paz. No vestibular da maturidade, carreguei uma pistola na cinta, pilotei um tanque de guerra, atirei com uma ponto-trinta. Joguei granadas... (leia mais)


    Airo Zamoner

  • Aos dez anos

    O irmão chegou com uma novidade: se ela colocasse um fio de cabelo dentro de um vidro cheio d’água e tampasse bem tampado, ele se transformaria em uma cobra. - Mas tem que ser com a raiz, disse. Porque ela é que vai ser a cabeça da cobra. E tem mais – não pode ficar dentro de casa. Tem que ficar no chão, perto da terra. Arrancou o fio de cabelo mais comprido que encontrou, com raiz e tudo. Colocou num vidro, tampou bem tampado, colocou no chão embaixo de uma mangueira e ficou esperando. - Já tem três dias e não tô vendo nada mudar... - Calma, né? - Quem disse pra você que cabelo vira cobra? - O Betinho. Ele disse que a vó dele disse que um irmão dela fez isso e virou cobra. - Ah!... Outros tantos dias,... (leia mais)


    Isis Berlinck Renault

  • Vida vazia, vida marota!

    Dr. Agildo caminhou vagarosamente até a enorme varanda. Saboreava os momentos do entardecer, um a um, como rotina para receber a noite implacável e então, recolher-se para o descanso. Desta vez, contudo, sentia-se diferente. Seus pensamentos esvoaçavam de um canto para outro da memória, contrariando seus comandos, inquietando seu espírito. Sentou-se na velha cadeira, admirando o extenso jardim. Os canteiros, emoldurando as divisas com suas cores imprevisíveis, tentavam suavizar seus sobressaltos. O ipê majestoso, que ele próprio plantara há tantos incontáveis anos, mantinha-se incólume a seus pensamentos. Parou seus olhos no aparente desordenado trabalho da velha árvore, largando o amarelo de pétalas a se desprenderem a cada instante, formando verdadeira alcativa.... (leia mais)


    Airo Zamoner





Tempo de carregamento:{elapsed_time}