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Renato Prado






FRIO QUE DOI

 O frio entra pela pequena abertura da janela...Mãos geladas... os pés chega a doer...Estou em baixo de cobertas grossas. Pelas ruas desertas o vento gelado voa.Em baixo do viaduto não há cobertas.Em bancos de praças não há cobertas. Há uma criança gemendo. Um homem bêbado na ruazinha dorme sobre papelões (são vários).Estou em baixo de grossas cobertas. As ruas são desertasNão há nada além do vento frio...Frio que dói. Em meio ao frio geladoHomens,Cães e gatose demais seres, se confundem buscando sobrevivência. Estou na cama em frente à TV, em baixo de cobertas grossas.Não há cobertas em alguns pontos da cidade... Apenas seres congelando e sofrendo...

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