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Ilza Maria Saldanha Ribeiro






Revelação

Autora: Ilza Saldanha Caneca dourada,por ela ninguém dava nada.Nem o pó do tempo que a cobria tiravam!Razão pela qual não enxergavam quão grande brilho ela emanava. No armário estava sempre emborcadaem meio às tralhas desorganizadasnuma das prateleiras de um móvel,abandonado no canto da sala  Caneca douradaesquecida dentro de um móvel,que virou imóvel,porque jamais alguém ousara mudar de lugar, .pois tratavam-se de um estoque vulgar. Fala-se de uma caneca não apenas dorada, mas de ouro maciço formada. Um dia elevaram o olhar da curiosidade,resolveram testar sua capacidade: Desemborcaram a caneca,Deram-lhe um trato.Colocaram-na em meio às outrasPara servir  água na casa. Um tesouro que esteve abandonado,e jogado por muito tempo no armário, foi revelado: Uma caneca diferente, cujo brilho não inpira vaidade, nem ilusões, mas com um interior que comporta as melhores águas:sabedoria  e virtudesque regam, lavam e a sede matam.Ações capazes de transformar trapos em vidas, tesouros de inigualáveis valores. Oliveira dos Brejinhos, 08 de dezembro de 2009   

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