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Marilena Orsoni






O SABER ENOBRECE

Assim como escreveu, um dia,  Rubem Braga, eu também escrevo de palpite, de inspiração, como muitas outras pessoas que tocam seus instrumentos de ouvido;  não  sei o vocábulo de escardinchar; o feminino de cupim; o antônimo de póstum, e muito menos  como é chamado  o natural do Cairo.

Agora, eu pergunto:  Para quê saber essas coisas? O que isso poderá acrescentar de bom para o meu dia- a-dia ? Preciso saber essas coisas para ousar chegar à Presidência do meu  País? O Lula nos provou o contrário e chegou lá, facinho, facinho, firme e forte?

Concordo que, para certas coisas, esses tipos de vernáculos, vocábulos tem pouca serventia, mas, por outro lado, serve  para  aguçar a curiosidade e  o entendimento do cidadão comum, motivando-o a pesquisar mais sobre um leque de outros  assuntos, que outrora não eram tão divulgados, porém, hoje, desfrutam do salutar hábito da  pesquisa voluntária, e muitos chegaram até os bancos das Universidades.

 A multiplicação das Bibliotecas Públicas, têm assegurado o acesso à leitura e a todos os tipos de informações. Outra que tem contribuido para a melhora do conhecimento de inúmeros assuntos  é a Internet, uma das maiores aliadas da informação rápida e instantânea. É o mundo digital  ao alcance de todos aqueles que se alegram com o saber, até as pessoas com deficiência visual são favorecidas por ela. Toda e qualquer informação na ponta do dedo. E num piscar de olhos, lá está ela,  a informação: atualizada; decifrada, em todos os idiomas e em todas as versões.

Não devemos usar  nosso tempo com coisas fúteis. O tempo tem pressa,  a palavra é viva, e se modifica a todo instante.Fim.

Escardinchar: responder em tom de provocação, ou então para acabar com a pessoa de modo a “não sair do salto”, acabando moralmente ou psicologicamente com a pessoa através do uso da ignorância dela contra ela mesma, usando as palavras vindas dela, em seu ataque.


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