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Jose Airton Memoria da Silva






SONETO DE UM SUICIDA

Sei que não suportam minha presença
É como  se  ela  em  si  fosse  ofensa
Eu percebo  que  não gostam de mim
Na  vida  só  melancolia  sem  fim

 
Incomoda-me  tanta  indiferença
Numa sensação de tristeza imensa
Não queria mesmo me sentir assim
Como  terreno  fértil  sem  jardim

 
Deletei-me no aconchego da morte
Em  atitude  covarde  decerto
Por acreditar que nunca fui forte

 
Como  precisei  de  alguém  por perto!
Que mudasse  o  rumo da minha sorte
Antes do descanso num caixão aberto



                                 (Airton Memória)


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