Carlos Eugênio Sombra Moreira






Soneto do amor


Minhas lágrimas transformam-se em rosas
São pétalas jogadas, folhas soltas ao vento
São poemas de amor, aventuras, são prosas
São rubis que iluminam o meu pensamento.
 
São aves de rapina que saqueiam o tempo
Batendo suas asas para o vento tocar
São sinceras naquele exato momento
Mas faltam verdades, ao tempo passar.
 
O amor que encanta tem seu desatino
Em sua eternidade no tempo que dura
E que seja eterno ao passo que ame...
 
Mas, que seja amor, ao tempo que perdura
Pois é chama que aquece a essência da vida
E se me falta amor, resta apenas amargura.

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