Zallas Avlys






Paixão Desconhecida

Paixão desconhecida
 
Ah! Quem me dera
Quão agradável seria
Com todo ardil
Ter-te sempre assim
 
Cheia de manha
Em todas as manhãs
Sorrindo sempre
Candente amor
 
Vieste de repente
Viste-me assim
Triste e sem o fulgor
Do ato de rir
 
Ah! Quem me dera
Quão agradável seria
Se em verdade
Todos se calassem
 
Captaste-me a essência
Propostas de felicidades
Trouxestes aos meus sonhos
Acalentaste meu ego
 
Atônito permaneci
Verdade...? Quem disse...?
Emudecido fiquei
Quase não cri
 
Dormindo
Estava desperto
Acordado
Ficava a sonhar
 
Ah! Quem me dera
Se todos se calassem
Quão agradável seria
Ter-te sempre assim
 
Uma curta temporada
Prolixos telefonemas
Meu amor pra la e pra cá
Minha vida aqui e acolá
 
 
 
As dívidas conceituais!
As dúvidas patrimoniais!
As considerações a parte!
As comiserações esquecidas!
 
Resoluções precipitadas
Ações empoladas
Neutralidade calculada?
Um sentir infirmado
 
Ah! Quem me dera
Ter-te sempre assim
Se todos se calassem
Quão agradável seria
 
O tempo
O apartamento
Alma dorida
Ferida aberta
 
Que dói!
Que magoa!
Que não sara!
Que não acalenta...
 
Aqueles ...
 
                             nossos ....
 
...sonhos!
 
Ah! Quem me dera
Paixão desconhecida.
 
 
Zallas Avlys

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