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Ilza Maria Saldanha Ribeiro






Liberdade

Muitos acham que te conhecem,
voam nas falsas asas,
antes de darem  conta de si
Para as profundezas descem.
 
Por Onde estás, oh liberdade?
Tens misericórdia! Demonstres tuas características
aos tolos que pensam ganharem tuas asas com frivolidade!
Enganados, os próprios levam-se a embriagarem com vinho,
a saírem do conforto dos seus ninhos,
a caminharem descalços na orla do mar bravio,
Expostos ao vento frio.
 
Rumo ao abismo  afundam-se na areia movediça
a procura da falsa paz, alimentam-se da cobiça,
buscam novas conquistas
que desmantelam suas vidas!
 
Liberdade tu és linda!
Tu és linda e te vestes  tão bem!
Tão bem, então poucos sãos capazes de te reconhecerem,
acham-se livres, simplesmente por fazerem o que lhes aprazem!
 
Sem se darem conta de que ao invés de ganharem suas asas, oh liberdade!
Ganham algemas que os levam às perpétuas prisões,
nos vícios perdem a saúde...
Quantos já embarcaram em ataúdes
Por causa da falsa liberdade que os ilude?

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