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Betimartins [ Elisabete Ribeiro ]






Poeta que choras…

Poeta que choras…
Oh! Malfadado destino
Cuja razão é descontente
Tanta dor cravada
Em teu peito ausente
Dos teus sentimentos
Enterrados e escondidos
Oh! Meu caro poeta
Homem de letras
Incompreendido, sozinho
Fazes do teu instrumento
O mais puro, desabafo
Escreves entre a dor
Por vezes sorrindo de alegria
Deixas escrito, os teus medos
Por vezes as tuas, revoltas
Das cruéis injustiças cometidas
Sangra o teu coração na inspiração
Por vezes saem as belas poesias
Delineadas de pura tristeza
Entras na alma de qualquer mortal
Fazendo saltar a lágrima da revolta
Mas tu, meu amado poeta
Jamais serás esquecido por mim
Porque os teus lindos poemas
Na minha alma ficaram cravados…

Betimartins

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