Betimartins [ Elisabete Ribeiro ]






Um grande amor de um cavaleiro templário

Um grande amor de um cavaleiro templário


Primeira Parte


Em muitas épocas passadas, contava-se uma linda história de amor, passando de geração e geração. Linda história de amor entre um cavaleiro e uma bela dama da corte.
Há muitos séculos atrás, viveu a bela dama, que fazia as delícias da corte por tão bela que era. Tinha lindos olhos azuis, rosto de pele clara como a neve e lindos cabelos loiros e fartos, aos cachos, belas formas e um lindo porte de educação e muita gentileza. Ora, sendo o rei um grande ambicioso, sempre arquitectou em sua mente ter em sua posse tal dama por ser tão bela e desejada. Tentou sem qualquer fruto conquistá-la. Ela era muito esperta e sabia como fugir às suas investidas. Sempre de forma gentil, afastava-se dele educadamente, o que cada dia fascinava o seu rei e senhor.
Um belo dia, esta dama de nome Clara, passeava pelos magníficos jardins do castelo, onde as rosas estavam a desabrochar e com elas lindos verdes como se fossem o orvalho a refrescar. Sentia-se no ar o aroma das rosas como leves fragrâncias no respirar...
Sentindo os prazeres dos céus, ela andava feliz e nela resplandecia a sua beleza por tanta delicadeza e cultura, com mistura de bondade. Era como o raiar do dia a despertar.
Todos se encantavam com a bela Clara que tinha uma tal beleza, já falada além reinos, pela sua simplicidade. Ora um dia, um cavaleiro da Ordem dos Templários, homem de muitas posses e muito justo, passou perto daquele jardim, viu Clara e logo ficou encantado por ela. O amor foi tão forte que não conseguia sequer dormir e ter descanso pois sabia que não podia chegar perto dela porque o seu rei deixou isso bem claro que se não era

Betimartins
 
 


CopyRight © Cepedê Sistemas & WebSites - Comércio eletrônico.