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alice aguiar






alforria

sicatrizes,meretrizes,caixa de glória,e eu bomm...estou tao cansada de brincar!e no fim tudo é inicio instintivo,apenas dê uma olhadinha de fora quando você puder,viver nao e algo insosso,mas tem sempre um sabor,mesmo que nos seja apresentado como um dissabor,instintivos instintos sobreviventes até o fim inexistentes!todos nós estamos olhando uma imagem diferente,apenas vamos,e muito cedo pra você se anular,e no fim seria so,se nao formasse esse nó,talvez mais que isso um elo,ninguém está a minha espera,instinto de fim dês do inicio,alto destruição,sapiêmcia,lixos radioativos,praga caosmatica,então eu quero ser.preste atenção antes que eu vá embora dessa noite enfervecente,miseros centavos,o lixo que nos dao,convivo com a fome,não uma fome fisica e sim uma fome de expansão mental.não nego ela perciste!atravez dessa nova moldura da mente,fluida,flexivel,e rigida,cimento,assento,acende um cigarro,informações distorcidas,derrepente arrebenta,mais nada que não se possa remendar,ou deixe tudo se espatifar,paciência,uma nofa fase pruma nova frase!doce criança,velhas mudanças,compota,comporta,armazena,memorize,nao por mim nem pra mim,seja livre,eu tbm vou conseguir me liberta um dia,mesmo sem saber voar materialmente,estou fazendo minhas corridas,andando por ai,vou pro outro lado da rua,fiel catador de mim mesma,desmedida sobreviência,sobreviventes,resto de caos pendente,cidade pequena?ou as mentes comandantes dela que sao periféricas e precárias?me encluo nisso,encardidas,nao sei se senti uma sincronização como se um bisturi abrisse minha mente,desaforasse num rompante meus instantes,multiplicação paralela,perpendicular,esvaziamento insolente,so por essa noite abandone essa vaga odéia que insiste em te acompanhar e entre na percpção daquilo que você não consegue ver.informaçoes para alem das orelhas,radio caos,e hora de superar agora!e por incrivel que te possa parecer,merecemos o mundo,mundo que ainda nos faz buscar algo perdido que nos traga alegria,ainda que insinuante e passageira,mais um dia peço minha carta de alforria,e me de algum espaço,semeie um pouco de ternura,nao ah nenhum problema se você nao comprimir o choro,conjulgue com a responsabilidade da vida,ela faz uma tempera suave,que modela polós em conflitos,uma hora numa dessas auroras pego essa estrada.quando isso acabar,começa com você!como dois cheques em branco,velhos perigos,eu realmente deveria saber pelo seu olhar que a sua resposta seria simploria,as vezes eu vejo o silêncio em seus olhos,Ei! mais antes de sair de casa,antes de pentiar meus cabelos e escolher minha roupa eu faço uma oraçao por você,so por vc,por que eu quero e sinto,proteçao!e verdade,escolha uma música,ligue seu som,de o play,e veja bem,apenas sinta e faça o seu paço!

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