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alice aguiar






doces nafitalinas

Caminhos largos,meias cansadas nos velhos sapatos,trilhando por desconhecidos anseios,pseudo-pés,leva ao desatino,quem sabe um dia em uma dessas ironias em que o coração palpite mais que minha alma,agente tenha a nitida impressão de ter se pertencido por instantes,fragmentos mal montados de segundos,frações de uma quase história,um quase suspiro,por um quase encanto,lirios,desta vez sem os delirios,pois;pertenciam a um paraiso que para aquilo ou para aqueles estigmas lamentativos,as suas vistas viam apenas a mim e lamentariam rostos,as minhas descreveriam a sua fé.São fortes frascos de urgia,hipermetropia,pensamentos de desdenhos seus e meus,nossos momentos de uma lucidez quase estupida,vertigens de um quase acedio que me contive,que brilho tem aquele olhar felino,palpitações e artérias,matéria,pula como se fosse um susto,perigoso e atraente,traumatismo cardiaco,anor de loucura,desfrutável desatinado,arquejante,nossos olhares perturbadores,semi noites de uma semi vontade de te evr,mesmo dentro dos mais denços plpites contrarios,sufoco pensamentos,palavras abafadas,como todo capitulo tem um fim,será privilegio ou vitimado?mais um beijo agridoce e entorpecente,meio eloquente,talvez nem tão conveniente,mesmo que seja em um momento de loucura imensa,extremista por completa,mas ele sempre tem certeza do que fala,uma espctativa subitamente reconheceria seu medo,atento ao vento estaria a tempestade,o sublime emergindo o resultado,pouco faço questão da resposta,se ela vier a tona não vai ser atoa que posso possuí-la,porém se eu gostasse do par guardaria as meias,mas só possuo o impar o incognito o indisvendavel,invisivel,coberto por uma venda de retalhos,estraçalhos,onde traças são apenas traças e traços são apenas os meus,doces traças e naftalinas.

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