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GENERINO GABRIEL DE JESUS






OPOSTOS

 

Vês o céu, o firmamento

Por acaso, jamais existiriam

Nem mesmo por um momento...

E as águas puras, cristalinas

Que caem em cascata...

Ah, tudo isso tem explicação

E é teu, é meu...

E em tudo isso

Há a mão de Deus.

 

Vês as armas, as bombas

Os mísseis que sondam...

O sangue que jorra

As naves que rondam

Alimentando as guerras

Destruindo o ambiente

E a vida enterram...

 

É a mão do homem

Ser inconsequente

Exercitando "inteligência",

Fazendo-se satanás

Em forma de gente!

Destruindo o que Deus criou,

O que mais ninguém faz.

 

O homem ainda não percebeu

Que a sua inteligência é divina

À luz do soberano Senhor

Para exercê-la sem olhar a quem,

À semelhança do Criador

Que cria a vida, dela cuida

E a nutre com amor.

 

Rodelas/BA, 28 de novembro de 2001.


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