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Hélio Claro de Oliveira






O oleiro das letras

O poeta é o oleiro das letras,

Cuja argila disforme e úmida

É a sua latente inspiração,

As letras a serem modeladas.

De posse da pena torneante,

Inicia o processo de criação.

A cada tornear,

A inspiração vai tomando forma.

A sinuosidade poética

Vai desvendando os versos,

Ora curtos,

Ora longos.

E, suavemente,

Surge o vaso poético

A ser preenchido pelas emoções

Dos seus apreciadores.

 

**Direitos Reservados**


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