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POEMA DA SAUDADE OUTONAL

Basta chegar oOutono
Que as folhas amarelas do existir começam a cair
Nas  calçadas da Vida
E eu ébrio,sufocado pela  lembrança de outrora
Saio catando as lembranças
Nas gavetas da ilusão
E a noite pra mim
É um martirio
Meu delírio eterno
Que se faz do tom um inferno
Grito desesperado
Pois o meu maior pecado
Foi amar quem não me amou
E o rersultado é este sofrimento
Quando chega o outono
E eu tal cão sem dono
Volto ao Banco da `racinha da Avenida.
R a minha despedida se constrói
No negro espaço de mil abraços
Sob a luz do luar
Ou até mesmo no escuro
Ou nas sombras daPalmeiras Imperiais.
Meus sonhos de jovem
Hoje são desenhos de um passado
Que se foi.


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