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Alexandre Carrara






Luz do vazo

Meu coração suspira, transpira, desfibrila.
Marcha constante segundo a segundo
seguindo o cheiro do sonho,
carregando correntes com balões de hélio.
Bem longe do cemitério da mesmisse,
sem adultério seguisse o sopro do som da sua voz,
nos loucos delírios dos gritos suados das tardes de verão. Hoje paira o inverno sem estação,
da luz dos vasos dilatados circula toda solidão.
 Sinto o alçar firme das mãos,
suspendendo-me ao alto para por-me sob o chão,
sem colchão.

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