Alexandre Carrara






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Rede mansa rede balança, 
Folhiei flores, arranquei páginas, mordi o sofá perdi o sono atrás do sonho de ti fazer sonhar, gritar tão alto e espantar o beija-flor, correr atrás do vento, pegar um jacaré, voar pro infinito e além.
Nenhum navalha e tão afiada, nenhuma agulha é tão pontiaguda, nenhuma prensa pressiona tanto quanto a saudade.
A bola que quica o pião que gira, lançado teia, voa; voa junto da imaginação, voa de avião, voa, tira os pés do chão; solta pipa, brinca de balanço caixão; sobe no muro, trepa na árvore, sonha em voar de balão. Com nariz de palhaço e uma coisa maluca na mão, somos um só coração.

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