Helena






Terminando

 E terminada a limpeza de paredes, portas, janelas e chãos, sai do seu estado de limpar em volta e quer limpar a si mesma.

Coloca os pés no chão frio e ali vem um alívio por sentir a pele dos pés tocar um chão limpo. Arranca a camiseta, libera os seios, joga longe o sutiã que tanto segurava, abaixa o short, retira e joga longe a calcinha.

Assim livre, entra sob o chuveiro recebe sobre si a água fresca que deixa descer sobre tudo nela, entrando nos cabelos, descendo sobre o rosto, percorre o corpo, desce entre os pelos que agora ela quer que saiam. Faz com que eles se desprendam, quer tudo suave, liso, macio, desliza o sabonete em cada pedacinho de pele, em cada dobrinha lisa e se sente limpa.

O corpo quente, molhado, cheiroso, encosta no azulejo frio, limpo e escorrega descendo e sentindo nas nádegas a delícia do contraste e ali se entrega, sente o chão frio possuindo as coxas, as nádegas, a cintura, as costas, vai ensaboando onde o frio não toca e o calor abre, onde persiste a umidade quente.

Ali se entrega, ali viaja, se alonga, se liberta e ali se lembra e lembrando estremece.

Estremecendo assim, até o fim...

Relaxa como merece.

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