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Fabrício Behine






O coração de quem escreve e lê; Eterno Aprender

... Quando o coração se é  limpo, tudo se me parece melhor, calma, traquilidade, satisfação de poder amar as pessoas. Os sentimentos de cada um são únicos e próprios de cada ser que os possui. O desamor de um coração sujo de falsos e incorretos julgamentos, impulsiona à carência de sonhos -- gera infelicidades. E, quanto mais se é feliz, mais se pode continuar a sê-lo, através da simplicidade, sendo capaz de amar tudo o que é certo e bom. Amar o seu próprio lugar. Elevando o pensamento para além, lá em cima, conquanto não se possa muito fazer. Em tudo se deve estudar e aprender.Até as certas acepções dos termos usados por um escritor. Só os maus sentimentos fazem com que as pessoas leam mal, e compreendam, por fim, o que querem. Um bom coração consegue compreender outro bom coração. Até nas palavras escritas. É-me bom escrever, é bom estudar, escutar músicas, tocar. Imaginando os meus amigos-mestres ao lado, e agradecê-los, tanto mais ao citá-los. Foi de onde adveio a minha inspiração de lutar, tentando sempre-e-sempre. Admiro sua arte escrita -- não suas vidas pessoais. Suas vidas como artistas -- seus trabalhos. Dizer-me falho não é uma desculpa, mas uma verdade de qualquer ser humano. Não se esquece nada -- perdoa--se. E deixa num canto ensombrecido do passado. Tentar amar é ser feliz. É acertar. É entender o que se escreve, lê, e diz. Amor é o sentimento de um eterno aprendiz. Eu sou, fui e quero ser sempre assim. Encontrar-me em mim mesmo, nas pessoas e lugares que amo.
 
   Agradecimentos aos mestres:
           João Guimarães Rosa, Antonio Olinto, Adonias Filho, João Cabral de Melo neto, Jorge de Lima
           Cora Coralina, Antonio Torres, Fernando Sabino, Rubem Braga, José Lins do Rego............................................................................ 

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