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Elisabeth Silva de Almeida Amorim






CAMINHOS CRUZADOS

      Inegavelmente nossos caminhos estão cruzados. Queira ou não a partir do momento que você procura um texto de minha autoria no meio de tantas outras opções, o meu texto provoca algo em você. E nada mais que justo, dedicar essa crônica a você, leitor(a) que mais uma vez busca-me através das produções como refúgio, prazer, aprendizagem, diversão, conscientização...
      E como gostaria que esse texto saísse do fundo do coração e trouxesse algo positivo a cada leitor, e já inicio pedindo aos leitores as minhas desculpas, se caso eu não consiga prendê-los até o final.  Insisto: Vá em frente!
       Você já parou um momento para refletir quantas pessoas tem a vida entrelaçada à sua? Se você é pai/mãe/tio/irmão/irmã/ sobrinho/neto(a)/amigo(a)/ vizinho(a)/ professor(a)... mesmo que você abriu mão da (p)maternidade, de alguma forma você veio ao mundo e  muitas pessoas passaram pela sua vida e continuam fazendo parte de sua história. E estamos aproximando ao final de mais um ano, 2013 já está a se despedir e quantas vezes paramos para agradecer por mais esse caminho percorrido?
      Infelizmente, nós humanos somos falhos, nós erramos, e sempre pedimos “um bom ano novo”, mas raramente refletimos sobre as ações que fizemos no “ano velho” para que esse ano novo seja bom mesmo. E diante de muitas falhas cometidas, esse texto é  para pelo menos sanar um delas. Nesse “ano velho” publiquei meu primeiro livro pela Editora Protexto, graças a Deus e você leitor(a) que acompanha a trajetória de nascimento de um escritora.  Não é fácil ser escritor, publicar sim, mas vender o que se publica, precisa conquistar cada um e é uma tarefa árdua e muito arbitrária.
      É arbitrário porque as políticas públicas para a circulação do livro do escritor iniciante é praticamente inexistente. É aquele trabalho  conforme a parábola do semeador que joga o grão aqui e acolá, uns caem  em terreno infértil, outros os pássaros comem e bem poucos resistem, crescem e dão bons frutos. Não é por acaso que dados estatísticos mostram um Brasil nas últimas posições em se tratando de leitura.
      No entanto, como temos essa porta aberta para o mundo, por que não usarmos para propagar a literatura? Propagar aquilo que irá nos acrescentar, enriquecer a nossa cultura. Sabemos que a trajetória é longa, mas assim como eu, há muitos que usam a literatura por prazer. E é nela que me encontro e me perco, fujo e sou capturada, rio e choro, aprendo e desaprendo.  
       Mas, indiscutivelmente, minha literatura existe porque você leitor(a) também existe, é para você que escrevo e tento melhorar cada vez mais, pois você é muito especial para mim...Agradeço pela parceria em 2013, como nossos caminhos estão cruzados, todo esse rodeio é para dizer: obrigada, leitor(a), caso tenha gostado dos meus textos indique-os para os amigos e assim propagaremos a literatura em rede.
   
      
   
    

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