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Kildery Wanderlub dos Santos Monteiro






Meia-Luz

À meia-noite,
Em meia-luz
Todas as estrelas devem estar caindo ao mesmo tempo
Pois todos os meus sonhos acontecem nesse momento
Enquanto eu sinto você me olhar...
 
À meia-noite,
Em meia-luz
Seus lábios tão frenéticos, seu corpo me conduz
Eu reviro os olhos e deito sobre seu corpo em tons azuis
Até onde pretende me levar?
 
Lábios percorrendo o corpo despido
Corpos em escala cinza, música tranquila ao fundo
Cada toque me deixa mais feliz por estar contigo
Cada movimento preenche meu mundo
 
O relógio está rodando,
Mas eu nem consigo notar
Seu corpo me dominando,
Me deixando sem ar
Eu caminho com beijos de Norte a Sul
À meia-noite,
Em meia-luz.
 
À meia-noite,
Em meia-luz
Me abraça forte garantindo que sou seu
Toma as rédeas com tanta vontade que eu
Imploro: “Vamos lá”
 
À meia-noite,
Em meia-luz
Os versos em arfados, em corpos nus
Eu provo e observo, força que reluz
Até onde pretende me levar?
 
O ritmo surge como notas em uma canção
Tocar seus cabelos faz eu te sentir tão meu
Deve haver regras para isso, mas que guie a emoção
Eu posso sentir que o amor aconteceu
 
Há uma dança com toques de luxúria
Rodeada de beijos com doçura
Você caminha com beijos de Norte a Sul
À meia-noite,
Em meia-luz
 
Eu praticamente imploro que essa noite seja eterna
Que seu corpo permaneça junto ao meu por décadas
Com sua perfeição, com o seu calor
Com a doçura do seu olhar, do seu amor
 
Tomar a frente e urrar daquele jeito
Enlaçar e se deixar levar pelo desejo
Tornando tudo ainda mais perfeito
Caminhando de tantos jeitos
de Norte a Sul
À meia-noite,
Em meia-luz.

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