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Thalles Simplício de Faria






Apenas mais um

Quantas opções, quantas curvas...
E em qual será delas, que haverá coração?
Tantas avenidas abertas...
E será que a nossa rua, está a correta?
Se não, por que não? Por que que não?
São lembranças de algum tempo, tão tempo atrás!
Acho que somos assim mesmo,
São migalhas escondidas, que nos trazem a vida...
São momentos de loucura, que quase nos domina.
O ser ou não ser, eis uma tremenda dificuldade.
Eis como é difícil, eia, eia!
O ciúme, é real, ou é falta de amor...
Ou onde estamos mais?
Falta de amor, ou falta de saber amar...
Em que ruas nós paramos!
Em que coração próprio, deixamos de estacionar...

Pare!
Pensemos lentamente, e tentamos ter um pouco de paz...
Só, tão só. Juntos, tão juntos
Sós.

O solstício já é o termo técnico que eu não quero empregar.
Emprego as palavras tortas de meu coração,
Que quase bate, junto com o meu respirar. E comigo...
E como bateu comigo!
E como eu sei que não bate mais...
E como eu não ouço os meus pensamentos!
E deles já corri pra outra direção, que já me parece ser a correta,
Mas às vezes parece que não.
E quão doce é o amor, e quão doce, tantas vez, não sou.

Acendo a lanterna, de meus pensamentos.
Há escuros e rochas, das quais eu busco escalar.
Tanta tempestade que vem, sem ao menos eu saber de onde vêm elas.
Tantos pensamentos que não vem, e sem antes mesmo eu cair no meu colchão macio.
Libertas Quae Sera Tamen!
Tão difícil, ouvir-nos. Se sempre devemos deixar um pouco...
Tão difícil ser egoísta, e querer tudo pra si...
Ou então amar demais.

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