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Matheus soares de oliveira santos






Tempo

 O tempo
O tempo passou e me deixou.
Deixou-me sozinho sem ninguém para amar.
Sem alguém que pudesse chamar ou abraçar.
Ou mesmo alguém que soubesse viver o calor de uma doce paixão como
Fogo que nasce do chão.
 
O tempo passou sem destino e sem direção.
Sem hora ou lugar onde parar, pra poder descansar.
Apenas o que restou em mim foram palavras vazias e um grande
Mar sem fim.
 
A solidão me consome como o sol deixa a lua e como
 As ondas se acabam na beira da praia.
Agora fico a conversar com a sombra de um homem sem lugar onde repousar.
E minhas lembranças ficam a me atormentar.
Como o bêbado sem parar.
 
E o que ainda restou tento me agarra para em mim pode ficar.
O vento sopra sem parar tentando me derrubar.
Mas fico a deriva em um grande mar de solidão que nasce do leito da terra
E acaba secando em super exploração.
 
 
 
 
Autor: Matheus Soares de Oliveira SantosO tempo
O tempo passou e me deixou.
Deixou-me sozinho sem ninguém para amar.
Sem alguém que pudesse chamar ou abraçar.
Ou mesmo alguém que soubesse viver o calor de uma doce paixão como
Fogo que nasce do chão.
 
O tempo passou sem destino e sem direção.
Sem hora ou lugar onde parar, pra poder descansar.
Apenas o que restou em mim foram palavras vazias e um grande
Mar sem fim.
 
A solidão me consome como o sol deixa a lua e como
 As ondas se acabam na beira da praia.
Agora fico a conversar com a sombra de um homem sem lugar onde repousar.
E minhas lembranças ficam a me atormentar.
Como o bêbado sem parar.
 
E o que ainda restou tento me agarra para em mim pode ficar.
O vento sopra sem parar tentando me derrubar.
Mas fico a deriva em um grande mar de solidão que nasce do leito da terra
E acaba secando em super exploração.
 
 
 
 
Autor: Matheus Soares de Oliveira Santos

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