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GENERINO GABRIEL DE JESUS






HIPOCRISIA HUMANA

 

Apesar da aparente tranquilidade
Não me parece possível
Ignorar o turbilhão de vozes e dores
Que ecoam em mim
Fazendo-me sangrar por dentro.
 
Sequer consigo imaginar
Quem me fez acreditar
Que a úlcera dilacerante
Que assola a tantos lá fora
Não fulmina meu corpo.
 
Aqui, acolá, em toda parte
Difícil estender a mão
Onde o paradoxo domina
A paz parece ofensa
E os valores se invertem.
 
Alheio a qualquer ortodoxia
Nem côncavo nem convexo
Apesar das minhas convicções
Lamento e sofro e choro
As hipocrisias humanas.
 
 
 
 
Juazeiro/BA, 10 de novembro de 2012.
 
Prof. Generino Gabriel

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