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Amarilia Teixeira Couto






O meu coração é um latifúndio

O meu coração é latifúndio

“O amor é quando a gente mora um no outro”

Mário Quintana




O meu coração é latifúndio
Nele habitam vários amores
De todos os tipos
Credos
E cores


O meu coração não tem porteira
Nem cadeado
Nem nada
Quer entrar?
A casa é sua!


Mas por favor
Entre de mansinho
Aproveite o caminho
E vai arrancando as ervas daninhas
Que encontrar

É que alguns amores que tive
Não jogaram boas sementes
Na terra já prontinha pro plantio
E elas cresceram
E formaram uma cerca viva


Mas o meu coração
Ainda é o mesmo
Não se converteu
Ao paganismo
Não deixou de
Acreditar no amor
E nem de se alimentar do carinho


O meu coração é latifúndio
Terreno mal explorado
Pois alguns desavisados
Entraram lá por acaso
E nada fizeram pra adubar a terra

Até que...
Outro que veio ao acaso
Buscando não sei bem o quê
Avistou todo um remanso
Lindo
Algumas montanhas ao fundo
E uma casinha branca
De janelas azuis
Viu também uma varanda
Com uma rede preguiçosa
A ainda avistou ao longe
Um cajueiro em flor

Bateu palmas e gritou:
Ô de casa! Tem gente aí?

Cheguei de vestido florido
E peguei-o pela mão
Ele entrou
Olhou nos meus olhos
Vasculhou todas as gavetinhas
de minh’alma
Espantou a solidão
Que me fazia companhia
há várias gerações

Hoje ele é meu posseiro
Semeia todos os dias
No latifúndio do meu coração
Sementes de flores
De frutas
De carinho
E compreensão

As ervas daninhas foram arrancadas
Uma a uma
Pelas mãos do meu amado
Que resolveu
Botar uma porteira singela
Na entrada do meu latifúndio
E botou também um sino
Pra dizer aos desavisados:
Aqui só pode entrar
Quem souber a senha do bem-querer

Ah o amor quando acontece
Na vida da gente é assim
Passamos a morar um no outro

Mesmo que exista distância
Que a vida nos aparte
De vez em quando
O pensamento dos dois
Se torna um
E a gente busca no céu
Uma estrela cadente
Manda recado
Pede ajuda pra Lua
Só pra dizer:Sou tua!
E disso nunca te esqueças.

A resposta vem de repente
Assim na telepatia:
Também sou teu,meu amor.

Pois assim é o amor
Um estar no outro constante
Enquanto os amantes
Assim o desejarem

O meu coração é latifúndio

“O amor é quando a gente mora um no outro”

Mário Quintana




O meu coração é latifúndio
Nele habitam vários amores
De todos os tipos
Credos
E cores


O meu coração não tem porteira
Nem cadeado
Nem nada
Quer entrar?
A casa é sua!


Mas por favor
Entre de mansinho
Aproveite o caminho
E vai arrancando as ervas daninhas
Que encontrar

É que alguns amores que tive
Não jogaram boas sementes
Na terra já prontinha pro plantio
E elas cresceram
E formaram uma cerca viva


Mas o meu coração
Ainda é o mesmo
Não se converteu
Ao paganismo
Não deixou de
Acreditar no amor
E nem de se alimentar do carinho


O meu coração é latifúndio
Terreno mal explorado
Pois alguns desavisados
Entraram lá por acaso
E nada fizeram pra adubar a terra

Até que...
Outro que veio ao acaso
Buscando não sei bem o quê
Avistou todo um remanso
Lindo
Algumas montanhas ao fundo
E uma casinha branca
De janelas azuis
Viu também uma varanda
Com uma rede preguiçosa
A ainda avistou ao longe
Um cajueiro em flor

Bateu palmas e gritou:
Ô de casa! Tem gente aí?

Cheguei de vestido florido
E peguei-o pela mão
Ele entrou
Olhou nos meus olhos
Vasculhou todas as gavetinhas
de minh’alma
Espantou a solidão
Que me fazia companhia
há várias gerações

Hoje ele é meu posseiro
Semeia todos os dias
No latifúndio do meu coração
Sementes de flores
De frutas
De carinho
E compreensão

As ervas daninhas foram arrancadas
Uma a uma
Pelas mãos do meu amado
Que resolveu
Botar uma porteira singela
Na entrada do meu latifúndio
E botou também um sino
Pra dizer aos desavisados:
Aqui só pode entrar
Quem souber a senha do bem-querer

Ah o amor quando acontece
Na vida da gente é assim
Passamos a morar um no outro

Mesmo que exista distância
Que a vida nos aparte
De vez em quando
O pensamento dos dois
Se torna um
E a gente busca no céu
Uma estrela cadente
Manda recado
Pede ajuda pra Lua
Só pra dizer:Sou tua!
E disso nunca te esqueças.

A resposta vem de repente
Assim na telepatia:
Também sou teu,meu amor.

Pois assim é o amor
Um estar no outro constante
Enquanto os amantes
Assim o desejarem

O meu coração é latifúndio

“O amor é quando a gente mora um no outro”

Mário Quintana




O meu coração é latifúndio
Nele habitam vários amores
De todos os tipos
Credos
E cores


O meu coração não tem porteira
Nem cadeado
Nem nada
Quer entrar?
A casa é sua!


Mas por favor
Entre de mansinho
Aproveite o caminho
E vai arrancando as ervas daninhas
Que encontrar

É que alguns amores que tive
Não jogaram boas sementes
Na terra já prontinha pro plantio
E elas cresceram
E formaram uma cerca viva


Mas o meu coração
Ainda é o mesmo
Não se converteu
Ao paganismo
Não deixou de
Acreditar no amor
E nem de se alimentar do carinho


O meu coração é latifúndio
Terreno mal explorado
Pois alguns desavisados
Entraram lá por acaso
E nada fizeram pra adubar a terra

Até que...
Outro que veio ao acaso
Buscando não sei bem o quê
Avistou todo um remanso
Lindo
Algumas montanhas ao fundo
E uma casinha branca
De janelas azuis
Viu também uma varanda
Com uma rede preguiçosa
A ainda avistou ao longe
Um cajueiro em flor

Bateu palmas e gritou:
Ô de casa! Tem gente aí?

Cheguei de vestido florido
E peguei-o pela mão
Ele entrou
Olhou nos meus olhos
Vasculhou todas as gavetinhas
de minh’alma
Espantou a solidão
Que me fazia companhia
há várias gerações

Hoje ele é meu posseiro
Semeia todos os dias
No latifúndio do meu coração
Sementes de flores
De frutas
De carinho
E compreensão

As ervas daninhas foram arrancadas
Uma a uma
Pelas mãos do meu amado
Que resolveu
Botar uma porteira singela
Na entrada do meu latifúndio
E botou também um sino
Pra dizer aos desavisados:
Aqui só pode entrar
Quem souber a senha do bem-querer

Ah o amor quando acontece
Na vida da gente é assim
Passamos a morar um no outro

Mesmo que exista distância
Que a vida nos aparte
De vez em quando
O pensamento dos dois
Se torna um
E a gente busca no céu
Uma estrela cadente
Manda recado
Pede ajuda pra Lua
Só pra dizer:Sou tua!
E disso nunca te esqueças.

A resposta vem de repente
Assim na telepatia:
Também sou teu,meu amor.

Pois assim é o amor
Um estar no outro constante
Enquanto os amantes
Assim o desejarem


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