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Kate Lúcia Portela de Assis






O pássaro sem cor

Imagine um pássaro que não tivesse uma única cor...
Um pássaro triste.
Não cantava.
Não voava.
Até que resolveu pedir a ajuda do Pássaro Sábio.
Então, ficou sabendo que, para se enfeitar de cores, precisava descobrir a magia que existia em seu interior.
Sua jornada se inicia.
A jornada de todos nós.
A viagem interna.
A busca do real sentido da vida.
Voou, voou, voou...
Em seu caminho, encontrou pessoas em perigo.
Ajudou-as.
Ficou vermelho.
Azul.
Verde.
Rosa.
Colorido.
Descobriu a magia do amor.
Reconheceu-se no outro.
Venceu-se.
A história de Luís Norberto Paschoal é rica de sentidos.
Com ela, podemos trabalhar as cores, entre os pequenos e o simbolismo das cores, entre os maiores.
A solidariedade.
O autoconhecimento.
Valores, enfim.
Certa vez, ouvi a metáfora de que somos pássaros.
A fim de voarmos, precisamos usar a asa do amor e a da sabedoria.
Por vezes, encontramos obstáculos em nossa caminhada, mas a perseverança deve prevalecer.
Como nos lembra o poema de Mário Quintana:
“Todos estes que estão aí
Atravancando o meu caminho
Eles passarão
Eu passarinho!”
Sejamos pássaros coloridos!...

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