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Pablo Pereira






Ladainha

E brado aos céus. E partilho ideias incoerentes apenas para ver as reações de conservadores hipócritas. E crio um hipocondríaco para me divertir. E largo as mãos da esperança para vendar a venda de artigos religiosos. Escuro escrutínio de decisões veladas e incompreendidas pela leitora sem óculos. Aspiro à guerra de sais miraculosos. Desengano interessante de qualquer soldado em conflito com a paz indesejada. Por assim dizer, por assim calar, numa ínfima tarde ilusória. De mentiras engolidas por verdades fragilizadas. E sorrio. Acompanho o remédio de toda uma nação em fúria. Seria uma eufórica sensação de desapego. Volto ao inferno. De não existir fogo no céu. Sem saber se existe um ou outro. Sem querer fugir da zona de conforto inconsciente do absoluto. Mesmo que seja tudo relativo para quem sabe ganhar. E perder não é comigo. Sempre me lembro de cada lugar escolhido de maneira simples e metódica. Por isso, não me perco nem me desfaço das relíquias e dos padroeiros. 


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