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Elizaida Machado de Almeida






Manifesto de Liberdade

Hoje me liberto de tudo que já foi
Liberto-me do que não é
Liberto-me do que poderia ser
 
Hoje sou só eu
Eu que me acordo e decido pela liberdade                                                             
Nada nem ninguém me roubarão de mim                
 
Em mim persiste a flama do contentamento            
A inspiração e a delícia de escrever minha história e
Ser a atriz principal do meu palco
 
Vou tomar ares de fins de tarde de maio
As chuvas já passaram e o sol é morno
Árias concluídas e borboletas que ainda voam
 
Vou dar as costas para quem não sorri
Vou deixar a cama desfeita
Tomar banho de sol e nadar nua
 
E se por um ato do destino
Uma pedra cruzar meu caminho
Uma amarelinha vou jogar


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