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Marcos de Sena Pereira






Metade

Metade
 
Preencheu o mais íntimo recanto do meu ser
Com uma paixão propulsora
que me trouxe de volta o viver.
Ruborizou minha face, estremeceu-me até o calcanhar
Inventou-me novas sensações, novo desejo de amar
Tocou-me até o cerne da alma, selou-me com seu amor
Sem ela não sinto, não sei, não sou!
Colocou-me no rol dos bem amados
Dos que sentem a pele e o cheiro
por mais longe que esteja.
Deixou-me ávido, saudoso e confuso
Construiu-me um novo conceito de beleza
Estou marcado com a mais profunda condenação
Amá-la constantemente! Respirá-la! Vivê-la!
Não entendendo por que a razão em tempo
Não nos foi amiga e companheira
Sem essa paixão, o meu coração não tem esteio
Sem ela não sou inteiro, sou metade, sou meio
Sou um barco a deriva, sem porto
Meio só, meio triste, meio morto!

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