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jose de souza






MARES BRAVIOS

MARES BRAVIOS

Mil moedas por uma garrafa de rum!
Outras mil por um barril de flores!
Irei ver a bela e virgem Beatriz!
E ela dar-me-á de seus amores!

Já naveguei pelos sete mares do globo,
Travando duelos pelos mares bravios!
Já naveguei e digo a todos:
- Travo duelos e afundo navios!

Sim, já naveguei e digo a todos
Que tenho tesouros qual mesmo um rei!
Batalhas! Batalhas! Tesouros! Tesouros!
Batalhas! Batalhas! Hey, hey!  Hey, hey!

Já naveguei e longo é o tempo
Que feitos me dão pelos mares bravios!
Canhões! Canhões! Brasões! Brasões!
Canhões! Canhões! Navios! Navios!

Mas, ó beberrões e amigos presentes
Que bebem comigo nesta hora feliz!
Lanço a vós meu desejo de sorte
Que agora é hora de ver Beatriz!
Sim, bebam amigos com toda vontade
Que amanhã travaremos duelos bravios!
Batalhas! Batalhas! Tesouros! Tesouros!
Batalhas! Batalhas! Navios! Navios!

Mas deixe-me ir ao encontro da virgem
Que bela espera por esse pirata!
Agora é hora de ver Beatriz
E cobri-la inteira de ouro e prata!

Sim, bebam amigos com toda vontade
Que amanhã travaremos duelos bravios!
Batalhas! Batalhas! Tesouros! Tesouros!
Batalhas! Batalhas! Navios! Navios!

RJ, junho de 1998


Poesia integrante do livro "O DIÁRIO DE UM POETEIRO OU A FLOR QUE DESANDOU A CHORAR" de José de Souza, lançado pela Editora Protexto em 2011.


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