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Carolina Holanda






Edyl

Meu velho amigo
meu velho tio
meu sorriso largo
minha presença amena
minha segurança tenra
minha decisão sempre mais fácil

Foi-se nossa última dança,
nosso último choro,
nossas últimas palavras
meu velho amigo...
que ausência é esta rara
que ora umedece os olhos, ora comprime o peito
ora apenas se alastra

Meu velho, sempre amigo
meu velho tão amado
Eu te levo em mim cravado
por sob a pele
para além do sangue
inatingível ao tempo
Você,
em cada boa lembrança garimpada dentre as minas de minha memória

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