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Diovane Avelino de Souza Silva






Cendal Dualístico

Cores fixas e brilhantes de um quadro que sobrevive aos séculos
Sendo mera testemunha de fatos majestosos e té iminentes
Contato invisível entre a insanidade humana e a beleza marcante
Sobre pontos obscuros e inobserváveis da ignorância movida
Ora pelo excelso excesso egoísta, ora pela plenitude do desconhecido
Vedados ao entendimento de emoções mais simples
E pulsante é o corpo do pintor responsável pelo efêmero eterno
Como o render inexigente da existência às suas mãos suaves e sensíveis
Provas irrefutáveis da real abrangência do que nos cerca
Vivência de tramas, reconciliações, amores descometidos
As cores de um quadro, quase imperceptíveis no cotidiano, também pulsam
Pulsam ante às indecisões que podam o agir e o conquistar
Pulsam ante à insegurança que culmina na estagnação
Pulsam ante à rebeldia que inibe o dissipar da ignorância
Mas também pulsam ante à esperança tenra
Ante ao desejo permutável do prazer
Ante ao amor manifesto no silêncio e nos ecos
E como o quadro existe no pintor como o pintor existe no quadro
Ambos sobrevivem aos conflitos inúmeros e excitantes entre os homens
Ambos sem serem percebidos
Assim como é mais perceptível o dualismo do bem e o mal
Que a batalha entre a ignorância e a sabedoria. 

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