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Diovane Avelino de Souza Silva






Áurea

 Dançando ao som de atabaques congestionados de mãos suadas
Ritmo quente e desenfreado entre o balançar da euforia
Cantam e dançam em grupo ricos de sensibilidade
Movidos pela pobreza dos que se ausentam de si
 
Estenda a mão, mova-a em sincronia com o que escuta
Deixe o corpo liberto à essência do que não se conhece
Vire e revire-se em protesto aos que se deterioram mansos
E mergulhe no extenso que ecoa a alegria em estar no cerne vivo
 
Pausas não são comuns ao intenso
Batuques frenéticos e alternados
Indiferente é o que se sente
Só prazer em movimentar
Os corpos que não
Mais sangram
Agora só
Dançam!

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