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Marlene Santos






O SAPO PULA-PULA.

Pula, pula sapinho
Sobre as pedras do riacho
De repente fica tonto
E cai de cabeça para baixo.
Vai afundando, afundando
E pensando que vai morrer
Vai ficando muito triste
Até desfalecer.
Quando volta a sí
Não entende o que aconteceu
Mas, vendo mato em sua volta
Percebe que não morreu.
Feliz começa a coaxar
Pulando para lá e para cá
Tão contente está
Que não ver uma cobra a lhe olhar.
A cobra se aproxima
Tentando dar o bote
Mas o sapo Pula-Pula
Vai pulando sem parar
Vai entrando pelo mato
E de repente, cai em um buraco.
Em um momento de distração
A cobra não ver o que acontece e pensa:
-Onde está aquele sapo?
Onde ele se escondeu
E cansada de esperar
O sapo aparecer
Sai a procura de outra coisa
Que possa comer.
Pula, pula sapinho
Dentro do buraco
Vai pulando, pulando
Pois esta é a sina do sapo.

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