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Juliana Silveira






A ALEGRIA MAIOR

 O alimento da alegria não são as fábulas infantis, não são delícias açucaradas, não são festas, música e dança.

O cerne da alegria não são os encontros furtivos ou duradouros, o romance à luz de velas, a promessa que não se quebra.

A casa da alegria não é a selva intacta, não é o alto das montanhas, nem a cabana à beira-mar.

O suprimento da alegria não são as paixões violentas, os amores brandos, nem as amizades mais leais; embora tudo isso tenda a provocar enorme contentamento.

A alegria a qual me refiro é a alegria Maior, cuja fonte mora no peito e não no mundo que te envolve.
A alegria Maior capta o entorno para dentro de si, se apropria do melhor de cada coisa e transforma o espinho em flor.

Se eleva sobre as limitações das pessoas, ciente de que bela é a travessia, e sagrado é o direito de cada um realizá-la a seu modo único.
A alegria Maior não é amor romântico, é amor universal; generoso, amplo, imparcial. Puro. (Juliana S. Davi)

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