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Diovane Avelino de Souza Silva






Horizonte Desorientado

Aquele que revive constantemente o seu passado
Reconhece o exato da inutilidade que recria a sua realidade
Como os gumes de uma espada ferem apenas os bêbedos de justiça
E o sangue derramado é o dos incapazes de compreensão abrangente e madura
 
Aquele que constrói sobriamente o seu presente
Reconhece o inexato do tempo que recria as suas fantasias
Como os peixes não sobrevivem à terra seca ou ao seco das mentes cansadas
E o oceano respira só aquilo que o enigmático permite ou sustenta em sua falsa calmaria
 
Mas aquele que solidifica friamente o seu futuro
São exatamente os que não entendem a existência com um ciclo
Pois planejar algo é viver a partir de experiências não calvas e verdadeiras
 
E aquele que sobrevive bravamente aos delírios do corpo-mente
Pode servir a si mesmo como escudo que não trespasse gume ou sangue derramado
Nem mesmo percebe que persegue a fantasia em frenesi e denomina o desconhecido de deus
 

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