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Andre Luiz Augusto da Silva






Você no vácuo e o vácuo no mundo


                         Você no vácuo e o vácuo no mundo
 
                Mundo imune sem fronteiras. Meninice recolhida pela voz do povo. Sinfonia avantajada por um só maestro. Descer no fundo do nada para tentar juntar caminhos que por ali já se perderam.
                Infância no interior pisado por sentimentos. Repertório que já se diluiu com o tempo. Coração que bate sem fim. Textos, pernas sem sentidos relativos, que, porém cruzam nossas vidas como se fosse uma iligualia insuspeita, tentando transmitir alguma coisa. Sentimentos presos por nossos medos. Maravilhoso, momento entoado por contos e canções.
                Planície chamada de plano. Esperança, que acaba se transformando em memória. Guarda teu coração cancioneiro, tente contemplar tua cultura, evite tua melancolia, quebre-se sobre tua terra, senti a sonoridade de tua alma. Profunda música que te toca em um soberbo espaço de tempo.
                Caminhe, caminhe. Caminhe sobre tua esperança, sobre teu ser. Contemple o seu jeito de ser. Não cancioneiro, não tente descer em suas semelhanças, pise sempre em terras altas. Junte-se na infância que existe em seu interior.
                Se á ocupação em um conto coletivo percebo que estão todos descalçados, perdidos em vozes belíssimas e reprimidos pelos arrepios entoados pela sua essência.
 
                                                                        André Luiz  20/10/11

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