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Abraão Leite Sampaio.






Queda dos adornos.

Queda dos adornos.



Suave, delicada... romântica e reflexiva
assim é a nossa amada língua nativa.
Mas ao grafa-la vem o embaralhar,
dos infindáveis acentos a colocar.


Crase?... será só questão de inclinação
que diferenciam grave do agudo.
Não!... neste caminho tem junção, união... contração
Habilitando artigo postar-se com continência,
em posição de sentido, exaltando duplicidade.

 

Trema... charmoso como gotas de verão
não pode mais acomodar-se
em sua mais aconchegante e doce companhia
O expulsaram por completo... até de sua amada poesia.

 

Circunflexo, sombreiro cobiçado,
por várias foi rechaçado
As coniventes pela duplicidade
o baniram sem piedade.

 

Agudo... quiçá o menos sacrificado
Andarilho inveterado perambulava por todo lado
Sua fiel escudeira as proparoxítonas
Mostraram-se fieis companheiras.

 

Traços marcadores, que surgem como pingentes
Denotando as ações... abrilhantando o idioma de Camões
Jamais se extinguirão, por serem as luzes incandescentes
que nos dirigem... nas mais emotivas declamações.


Abraão Leite Sampaio.

Poema editado em livro por concurso literário.





Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos.

A capa da Edição 82  é parte da campanha patrocinada pela CBJE/Movimento Ecológico Sobreviver em defesa da nossa Natureza, perigosamente ameaçada pelo descaso e desrespeito.


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