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Mauro Evaristo






Pena de Morte.

Crianças mortas nas praças das Sés,
Idosos mortos em protesto.
Estupram e matam todos os dias uma mulher
E ninguém faz nada no Congresso!

A Amazônia poluída
Enquanto roubam nossa esperança,
A moral política é corrompida!
Como ter confiança!?

A camada de ozônio rompeu
Usam agrotóxicos nos alimentos.
Por aí é só notícias de quem morreu,
Em qualquer hospital ao relento!

Faltam alimentos e água no Nordeste
E muita, muita vergonha aos governos,
Que roubam o povo feito peste,
Espalhando terror e medo!

Há gente passando fome
No País, de Norte a Sul,
Enquanto por aí matam um homem
Para roubar um par de tênis azul!

Morre o preto, branco, fraco, morre o forte,
Crianças, então, morrem a mil
E ainda há quem pregue a pena de morte
Neste vasto e injusto Brasil!


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