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José Ademilson Oliveira






MEU FILHO, MEU PAI


MEU FILHO, MEU PAI...
José Ademilson Oliveira. (05-07-2008)
 
Mesmo acordado sonho tanto contigo...
Porém, acho que devo parar. Nem sei se devo sonhar
Você talvez não quisesse... Se soubesse...
Mas na dúvida continuo a sonhar, a sonhar...
Tu nem sabes, mas eu sinto que tu sabes
Então, por que parar?
 
Me pego vagando em meus pensamentos
Eu quero nunca parar
Juntos corremos estradas, atravessamos lagos e rios
Vamos ao campo de bola, à igreja e à rua
Somos crianças, malinos moleques
Somos buliçosos e traquinos,
 
Longamente nos olhamos nos olhos.
Refletimos a mesma imagem: Somos iguais. Somos Idênticos
Somos apenas um: Nossos olhos, nossa boca, nosso riso
Somos a mesma carne, o mesmo sangue, a mesma pele
Somos idênticos! Somos iguais!
Somos um!
 
A noite acaba e percebo que acordei
Mas o sonho continua vivo
A lembrança agora é mais forte. Mais real. Mais viva
Você continua presente.
Sua imagem impregnada em mim
Eu nem luto pra que saia
_ Te amo de morrer.
 
Tudo parece novo
Mas dentro de mim sempre existiu esse ardente amor
Estava hibernado, porém, vivo como um urso valente e feroz
Que agora rasga a minha alma me fazendo sofrer...
E ao mesmo tempo me fazendo sorrir de esperanças
De um dia cantar sua canção de ninar.
Que ainda espera ser cantada por mim.
 
Às vezes percebo que tu me olhas
Querendo me dizer algo
_ Que será de tão importante?
Seria o mesmo que tenho a dizer-te?
A falar-te?
Gritemos! Falemos! Digamos juntos bem alto: _Te amo meu pai. _Te amo meu filho.
 
 


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