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Mauro Evaristo






Mágoa perdida.

De quê me adianta aos poucos me matar
Para chegar bem perto de ti
Se só sabes a mim magoar,
Com palavras ásperas me ferir?
Tu corres para os braços
De teu eterno apoio maternal
Depois de me deixares aos bagaços
E limpar-me com vinagre e sal!
Agora que estou aqui,
Melhor seria se não estivesse,
E se tento te fazer sorrir,
Tua ingratidão é o que mais me fere!
O papel aceita tudo,
Até minha mágoa perdida,
E inutilmente mais uma vez me iludo
Após cada beijo na ferida!
Não ficarei arredio
Feito criança desamparada,
Mas meu coração vazio
Já não deseja mais nada!
Vou procurar meu caminho,
No qual tu não estejas,
E se me veres acompanhado ou sozinho,
Por favor! Não me aborreça!

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