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Mauro Evaristo






Coruja vadia.

Está próximo o horário de verão
Muitos apostam na devastação do planeta,
Ano que vem apostam em novas eleições,
Este ano alguns descansam e tomam cerveja!
O fim do mundo está dividido
Entre dois continentes
Que mostram que tudo está perdido.
Oro por minha gente!
Pode ser que eu esteja errado
Ao encarar assim a realidade,
Mas, vivo num mundo condenado
Sem oferecer tranqüilidade!
Preso em um quarto
Queimo as lembranças da fera,
E ainda bem que não me deixou nenhum retrato,
Destruindo assim minhas quimeras!
Igual a uma coruja vadia,
Vou levando minha sina
Por entre vidas sombrias,
Fugindo das despedidas!
O mundo está em crise
E a violência é a comunicação,
Enquanto que alguns países
Se refazem dos tempos da opressão!
Carrego a minha sina
Com a emoção que arrepia,
Feito uma fera assassina,
Por ser apenas uma coruja vadia!


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