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Abraão Leite Sampaio.






Branca Abrahão.

  Branca Abrahão.

Vi seu nascer…
Encontrava-me ao lado,
quando o primeiro choro brotou deste ser.
Felicidades num só dizer... é “Ela”, já com o tom de pele rosado .

 
Veio diferente... das outras do lugar,
pele aveludada... cabelos dourados.
De criança já tinha, a faceirice a mostrar,
Daí o carinho de todos, sempre a trazer-lhe mimos e agrados.

 
Tive participação ativa... em ver seu crescer.
Orgulhava-nos, de ver seu caminhar...
com obstinação do vencer.
Adulta tornou-se, mostrou-nos a capacidade... em ter, fazer e realizar.

 
Perseverança e altivez... da progenitora herdou.
Então fica claro que houve um paralelo neste berço acentuado de amor,
“Nela”o genótipo da biologia desviou... e dos irmãos a diferenciou.
Porque era evidente o distinguir do carinho que a mãe trouxe-lhe com ardor


 
Para nossa felicidade,
foi “ Ela” a última a chegar.
Clareia-se  na lógica do viver... que sua companhia teremos,
até que finde nosso ver.. raciocinar e pensar... e já neste espaço não mais estar.

 


                                              Abraão Leite Sampaio.


 Poema dedicado à irmã distanciada geograficamente, mas amada como se ao   lado estivesse presente.



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