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Diovane Avelino de Souza Silva






Ponte que inexiste

Insisitir no vazio que há entre os tormentos da vida e os alívios de outras dimensões é um risco
Do qual padecemos nós em percptível concordância com o quê acreditamos construir juntos
Feito homens socialmente corretos e afinados com os seus paradigmas que circundam os inters diversos
Interralacionamentos que tem como pilar um eu que se deposita no outro na tentativa frustrante
De se constituir outrem em sintonia impossível, pois um eu e um outro são como ícones particulares
Outrem na condição de cumplicidade é viável, na condição de depósitos existênciais é meramente fugidio
Tão interessante quanto pulsante é o limite que se consolida no intermediário das personalidades
Homem que se enxerga humano e mulher humana em sua essência, hoje degredada e passível a vulgaridades
Homem preso aos gilhões de seu machismo e mulher não feminista por busca de masculinidade
Um e outro em seus papeis distanciados da realidade desejada, contexto de falsas soberanias
O que se configura na insistência no vazio entre os tormentos da vida e os alívios de outras dimensões


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