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Abraão Leite Sampaio.






O bardo e as letras.

                 O bardo e as letras.

 
Ao dar-lhes a união surgem versos que desanuviam
[ pensamento de tormento,

penetram em corações  e mentes que acreditam serem  [ blindadas.
A "ele"... elas obedecem como animais em adestramento.
Como em quebra cabeças são encaixadas, brilhando em [ versos e peças cantadas.
 
 
Desunidas... são como ilhas sem vidas.
As tocam, pincelando as mais saltitantes e atrevidas,
fazendo junções, surgindo exclamações... interrogações, [ mas... nunca um ponto final.
Porque o caminho do versejar é "reta tortuosa" tendo o [ infinito como término real.
 
 
Caem nos anais das escritas como abundantes gotas em [ temporais.
Facilidades em manipulá-las que,  mesmo adormecidas [ em linhas.
Despertam-nas ao simples toque... acionando o verbo ler [ que lhes acariciam com prazer.
Reagem com força coesa... realizando proeza de até o [ "céu "acariciar.
 
 
Aceleram o andar, pensar e o amar... mesmo na inércia a [ ficar.
Descrevem o momento exato de um idílio sem [ protagonista como auxilio.
Induzem: enxergar de olhos fechados,
falar sem som emitir e gesticular sem os membros movimentar.
 
 
Lampejos de momentos criativos... brilhantes como [ faíscas de braseiros.
Escrevedores incessantes admiram cada letra como os [ apaixonados as amantes.
 
                                Abraão Leite Sampaio.
                              

   Poema publicado no livro abaixo por concurso literário.


Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos - Vol. 76

 A capa da Edição76  é parte da campanha patrocinada pelo "Movimento EcológicoSobreviver "em defesa da nossa Natureza, perigosamente ameaçada pelo descaso e desrespeito.


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