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Diovane Avelino de Souza Silva






Cisne

Em um lago de cores suaves e com calmaria confortável, os pássaros simpesmente sobrevoam
E o verde ao derredor encanta os olhos de quem é sensível com o seu toque de natureza que respira e vive
E pequenas ondas provocadas pelo cisne preto que navega com precisão e elegância sem rumo, apenas flutua
Sentado à esquerda, alguém de rosto pálido e ressabiado ante tal beleza se cala e se cega e se muda
Sem perceber quem ali está o cisne continua intacto, belo, sereno, de uma alteza incomensurável e intocável
Decidiu então aquele alguém pedrar o lago para aproximar de si o cisne
Não o fez no entanto, pois seus modelos de comportamento aprendidos na infância dizem para ele se aquietar ante o excelso
A ele resta apenas um olhar para apenas apreciar de longe o nadar de um cisne que ele nunca poderá tocar

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