Mauro Evaristo






A ciência de amar.

Com um copo na mão
Confronto-me com meu interno,
Pois tu és a deusa e a salvação
Dentro do meu inferno!
 
Luto contra minha consciência
Ciente de que vou fracassar
Porque não existe ciência
Que ensine alguém a amar!
O álcool entorpece a mente
E reconheço com um sorriso
Que tu és a doce serpente
Dentro do meu paraíso!

Com um copo cheio na mão
Tropeço e sujo o terno
Por ver que tu és a salvação
E a deusa do meu inferno!
 
Em minha lápide será gravado:
"Aqui jaz o apedeuta no amor".
Morrerei sempre apaixonado,
Mas nunca vencido pela dor!

Tu nunca encontrarás
Quem a ti ame feito eu
Mas é certo que matarás
Todos os sonhos meus!

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