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Mauro Evaristo






Pedra n'água.

 Joguei a pedra n’água,
Que de pesada foi ao fundo.
Para aplacar minha mágoa,
Naveguei meio mundo!

Cantei cantiga de roda
E dancei na mesma ciranda.
Ela é tão bonita na moda,
Mas meu coração não a alcança!

Os inimigos do tempo
Voltam sempre sorrindo,
A brincar com os sentimentos
De quem vive ferido!

Agora estou preparado
Para enfrentá-los de frente,
E mesmo estando só e acuado
Continuo lutando sempre!

Meu sonho por si só naufragou,
Na ausência de carinho.
É sempre assim com minha dor,
Coroada de espinhos!

De pesada foi ao fundo,
A pedra que joguei n’água.
E ainda navego meio mundo,
Para aplacar minha mágoa!

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