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Abraão Leite Sampaio.






Eu.

Eu.
 
Alma ninada em berço dourado,
letras musicadas por arranjos dos anjos.
Ao som infinitamente superior,
aos criados pelos filhos do "Pai amado".
 
 
Grão de areia?
Não... "Pedra gigante",
porque do "Criador" herdo a "Paz" enaltecendo o amor.
Então neste canto... sim posso almejar patamar relevante.
 
 
Mente consciente, num agradecer eterno a "Este" que me trouxe.
Porque o vir já é consagração, onde o "Eu" ainda era imagem sem corpo,
do "Pai Celestial" que a este espaço traz.. filhos que deverão distanciar-se do mal.
 
 
Impedimentos se postarão no decorrer da vida destes viventes,
onde no conviver pensante, haverá multiplicidade de rastros,
vindo discordâncias e aceites, como elos dispersos sem dar forma às correntes.
 
 
Daí o fortalecer-se, imbuindo-se do saber limando as arestas.
Para que quando hajas o toque ainda sem encanto,
não será como um afago inibidor,
distanciando-nos de um abraço fraternal... com amor.
 
 
Do "Eu" ao "Eles", todos posicionados diante do mesmo verbo,
que ao ser conjugado trará harmonia.. paz e alegria.
Deixando sem espaço as rusgas, que neste meio não entram por receio.
Porque do "Amo" ao "Amam", soldados "Pronomes", postados como sentinelas em janelas.
Defendendo este "Verbo" abençoado... como nos defendem o "Pai" amado.
                                                                     
                                                  Abraão Leite Sampaio.

Obra editada através de concurso literário no livro:
 
Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos. Br Letras.
 

 

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