Luiz C. Lessa Alves






SEM MOBÍLIA

SEM MOBÍLIA
 
À mesma casa que deixei um dia,
Retornei depois
Para rever meus amigos,
Minha alegria, meu sorriso...
Que por lá ficaram,
Quando para longe parti.
 
Mas, ali, não havia mais portas.
Na casa, já não havia janelas.
Lá, não havia mais nada!
Somente, em ruína, uma tapera:
Vazia, triste e esquecida:
Com eu, sem mobília.

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